Parada do Orgulho GLBT

Parada do Orgulho GLBT
por Talita Amaro
Encontrei o amor da minha vida através de uma amiga na Parada do Orgulho GLBT 2006, este ano completamos três anos de namoro. Participo do movimento gay indo à Parada e defendendo minha orientação amorosa, além da liberdade sexual nos diversos segmentos onde me envolvo.
Gostaria que a Parada fosse um lugar de mais consciência política, as pessoas que vão à parada devem, minimamente, ter a consciência de que estão indo lá para – além de fazer volume e festa – defender o direito das pessoas serem quem elas realmente são, a liberdade de amor expressa em relacionamentos, a opção de realizar seus desejos.
Apoio a Parada, concordo com os objetivos ideológicos de todos os anos e acredito na liberdade de amar, porque amar, sendo uma pessoa do sexo oposto ou do mesmo sexo é a única coisa que realmente importa na vida. Porque na verdade, não levamos absolutamente nada material dessa vida e essas coisas materiais nem podem nos acompanhar para sempre, a única coisa que não desaparece são os amores, antigos ou novos, rápidos ou longos, eternos…
Independente de tudo, a Parada de São Paulo é o momento mais gritante para essa sociedade hipócrita (em grande parte) ver que não existe só os vossos umbigos nesse mundo, existem muitos outros… E umbigos de mulheres que se juntam, de homens que se juntam, de amores que se juntam.
Contatos de Talita Amaro:
tata_amaro2@hotmail.com (e-mail)
Sobre o autor deste texto…
Talita Amaro
Sexo: Feminino
Orientação sexual: Tão e somente mulher
Local: São Paulo/SP
Idade: 18




Concordo e muito com a autora do artigo no que diz respeito ao objetivo da parada, e o que realmente acontece.
Acredito que muitas vezes as pessoas confundem um pouco as coisas, e o que seria um movimento que mudasse a opinião das pessoas, acaba prejudicando e até mesmo mudando o conceito o evento. Espero que com o tempo as pessoas saibam mais que o objetivo da parada não é escandalizar, mas sim ter orgulho pelo que somos.
Muito bom mesmo.
Parabéns
A única coisa ruim da Parada é o ‘exagero’ das pessoas, que muitas vezes esquecem do protesto em sí e vão apenas para fazer farra, daí traz a fama de que todo gay só vive para festas e ‘pegação’.
Parabéns pelo post, Tah!